Opinião

O governo de Portugal e o Presidente da República decidiram esta semana dar um triste espectáculo ao vivo e a cores. Duas demissões de ministros, uma substituição polémica e mais um par de episódios à porta fechada mostram como, se dúvidas houvesse, os interesses que movem quem nos governa nada têm a ver com estabilidade, credibilidade ou interesse nacional.

Na semana que agora termina, a maioria aprovou sem surpresa o orçamento rectificativo para 2013. Depois de um debate insólito, com análises meteorológicas à mistura, as medidas do governo lá passaram.

Euskal Herria é um pequeno território que se estende a ambos os lados da fronteira, entre Espanha e França. O país dos bascos encontra-se, por tanto, dividido entre dois Estados. A isto há-que somar a divisão administrativa entre três diferentes entidades: a Comunidade Autónoma do País Basco, Navarra na parte sob administração espanhola, e Iparralde, sem nenhuma instituição específica reconhecida, na na parte sob administração francesa. 

As medidas de austeridade recessivas estão a conduzir a Europa de volta a níveis de desigualdade do século XIX - e reduzir o orçamento da UE agravará a situação, escreve a eurodeputada.

(Artigo publicado originalmente em http://www.publicserviceeurope.com/, a 29 de Outubro de 2012)

Há alguns dias assistimos a uma troca de "piropos" entre o Fundo Monetário Internacional (FMI), A Comissão Europeia (CE) e o Banco Central Europeu (BCE), ou seja, entre os parceiros da troika.

Marwan Barghouti está detido há 11 anos consecutivos e já cumpriu uma pena total de 17 anos. O deputado e dirigente palestiniano foi sequestrado pelo Estado de Israel, e já foi condenado a várias penas de prisão perpétua. Barghouti é talvez o rosto mais conhecido entre os mais de 4900 presos políticos palestinianos.

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